terça-feira, 31 de maio de 2011

doce inocência.

Minhas doces e realmente felizes lembranças, são aquelas que eu realmente vivi, época da inocência de ser criança. Onde eu chorava por que sumiam com os meus carrinhos, por querer um doce no mercado e esperniar muito e minha mãe dizer não o tempo inteiro, de me forçarem a comer feijão e carne, e não por uma pessoa que nem se importa com o meu estado emocional, sentimental, espiritual, físico. Onde eu me machucava por cair andando de patins, bicicleta, ou por correr que nem uma louca na rua mesmo minha mãe dizendo que ia me machucar, e não por paixões não correspondidas e frias, ou por somente quererem me machucar, me verem mal. Onde eu corria atrás das pessoas por causa da brincadeira do pega pega, e não por causa que eu a amo tanto que estou indo atrás do que realmente quero, enquanto ela vai embora sem se importar com isso. Onde a gritaria que existia era de mil crianças juntas brincando, correndo pra lá e pra cá felizes, e não de brigas por ciúmes, por falta de atenção, ou qualquer bobagem de momento. Onde minha empolgação e agonia era pra ir logo comprar mil lápis de cores, canetinhas e revistas de colorir, e não por ver aquela pessoa mesmo ao longe. De ter um amor inocente, mesmo nem sabendo o que é isso, e não se machucar por causa deste amor.
A inocência de ser criança, a essência da felicidade verdadeira.. eu era feliz e não sabia, mas sei que aproveitei bem este tempo... agora estou adulta, e sei o que é sofrer, sentir dor de uma pessoa partindo, de sentir o coração despedaçado, de não poder ter o que quero, de não sentir felicidade como gostaria, de não saber onde está sua paixão... queria ser criança novamente, pra sentir somente mais uma vez a vida linda que eu tive... ser adulto dói muito, e é muito complicado.
Eu sonho em sentir essa inocência novamente, todos os dias da minha vida, e esboço um sorriso ao lembrar dela!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

coração despedaçado, encaixa pedaçinho por pedaçinho novamente, sorrindo ainda, sabendo que irá amar, sabendo que irá ser feliz, ou pelo menos tentar, mais uma vez!

domingo, 15 de maio de 2011

desistir...claro que não.

meu coração, minha alma, pedem paz, pedem sossego, pedem pra que eu simplesmente desista e vá durmir por um tempo inderteminado. meu corpo pede pra que eu deite e só levante um, ou talvez dois séculos depois, não talvez mais, como eu disse um tempo inderteminado, que eu somente veja as fotografias e as lembranças venham como uma onda bem forte, e as lágrimas começem a correr furiosas. Pensei em desistir de coisas que me faziam bem, e pensei em insistir em coisas que não devia... eu sinto o medo da perda, tenho medo que todos corram para o mais distante possível, todos aqueles que realmente sinto algo enorme.
Hoje eu sinto meu coração em chamas, cheio de alegria, olho amigos que quero abraçar o tempo inteiro, e todos de uma vez, olho um moreno que ao sorrir, me faz sorrir, me olho e sinto orgulho, posso chorar por dores antigas, por saudades, mas choro também por felicidade, estou bem, e não vou desistir de nada e ninguém.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

o que? me diga?

O que lhe faz chorar? Uma pessoa? Um abraço? Uma  fotografia?  Uma vontade talvez, ou senão um beijo... simples palavras mais sinceras, ou aquele olhar ? O que lhe faz querer gritar tão alto? Sentimentos muito bem escondidos no coração? Vontades de falar tantas coisas e por medo, não dizer e um dia acabar explodindo sozinha e soltar um berro? O que lhe faz querer correr até um país bem distante? A vontade de se renovar? De estar longe de tudo que se quer esquecer? Realizar sonhos e mais sonhos? Que tal conhecer um amor francês e tentar ver a felicidade outra vez, mas de um modo real e eterno?
O que lhe faz querer cantar e saltitar sem parar? Aquele sorriso com certeza,  uma atitude inesperável, uma surpresa sem nenhum tipo de data importante, só pra ti ver sorrir? Rolar entre beijos e abraços sem interrupções e preocupações? Uma ligação que sempre se espera e nunca tem? O que lhe faz desejar? Uma noite inteira abraçada debaixo das cobertas, e cair no sono e quando acordar ver aqueles olhos lhe observando com um sorriso? Ou talvez cair no sono e acordar sendo enchida de beijos inesperados? Um buquê de rosas vermelhas sem o porque? Somente andar de mãos dadas por meros metros? O que ti faz enlouquecer? Aquele perfume, que quando se senti em qualquer lugar começa a procurar entre mil rostos somente um? Aqueles lábios encostando sem parar nos teus? Aqueles carinhos feitos por aquelas mãos? Aquela voz arrepiante em teu ouvido dizendo absolutamente nada, e em seguida beijos no pescoço?  Sentir pele com pele talvez?  O que faz seu coração se aquecer? Eu sei muito bem o que faz o meu aquecer... ELE!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ti enganar, me enganar...

Posso pensar em você o tempo inteiro, mas ao mesmo tempo não é somente você que domina meus pensamentos, escrevo mil coisas sobre mil assuntos, você está envolvido em tudo isto, mas não é só você.. Você podia me completar, eu posso sentir falta disso, mas não é de você que estou dizendo agora. O teu sorriso fazia com que o meu aparece-se tão naturalmente, mas isso não significa que é o teu que ainda faz isto comigo. Teu cheiro fazia com que eu sentisse vontade de ti abraçar tão forte, e ao ti abraçar, o teu abraço me fazia se sentir bem e feliz, mas não é o teu abraço que digo e preciso agora. Tenho vontade de deitar na cama, no chão, e ficar abraçado debaixo das cobertas por horas e horas, mas não é com você que desejo fazer isto agora... posso escutar músicas, e canta-las bem alto com todo o meu coração e me lembrar na hora de você , e de mais 20 pessoas, e chorar por saudades de mil formas, posso sentir falta de ti olhar, somente olhar ao longe, mas sinto isto por mais alguém, tenho certeza. Minhas lágrimas caem, de saudades, por lembranças que eu simplesmente as mantenho vivas pra ter certeza que aconteceu, mas não é só com você!
Coisas simples da vida, onde vocês foram? Me diga, por que foram embora? Está ficando tão tarde, o tempo está passando tão rápido, e eu preciso me acalmar, fechar meus olhos cheios de lágrimas e dormir, só para esquecer por um curto tempo.