sábado, 10 de dezembro de 2011

Enfrente.

Vida, és bela com tua doçura, sempre que a beleza do sorriso dele me faz sorrir. Eu me perco, sempre que sua voz solta lindas sinfonias, eu canto junto dela, sinto arrepios sem parar só de pensar em teus beijos, num tal abraço dançante com olhares.
Seu rosto me faz criar palavras silenciosas, algumas palavras me fazem sentir um frio, outras são como nuvens flutuantes em meus pés, teus abraços um tal aconchego, tuas risadas assim tão do nada, tão sem o por que, que tem o mais belo som, ah seus olhos; mostram mistérios. Quem é você meu querido rapaz? Que me olhas ao longe, com suas armas invisíveis, sua armadura, o que há atrás desta tua armadura? deste teu sorriso? olhares? vejo enigmas, muitos deles para se decifrar.
Noite tão escura, não vejo um palmo a frente, eu quero voar entre está escuridão, a noite inteira até achar este teu sorriso tão perdido. Só existi este momento, eu canto na noite, coração em chamas, eu caminho entre o meu silêncio, tento me achar neste mapa todo rasgado e sujo, e na minha cabeça só existe a frase “não existe distancia, estou chegando, não existi nada só este momento” . Atravesso rios, me perco em florestas, misturo meu silêncio ao teu, talvez estas tuas palavras começem a reaparecer nas minhas memórias, algumas são como um belo cantarolar distante, outras finjo que foi somente um sonho ruim, que nada aconteceu.
Eu não me esqueço, do que diz, por mais simples que seja, não, não me esqueço, mesmo que eu ame muito, mesmo que possa doer muito. Não me esqueça, eu não o esquecerei.

Nenhum comentário:

Postar um comentário